quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Imagine Louis Tomlinson Lonely Girl Final

- E o Leão se apaixonou pela ovelha.
- Uma ovelha idiota.
- Um Leão masoquista e doente. - Crepusculo.




- Podemos conversar? - Louis perguntou.
Fechei a porta atras de mim e olhei para ele seria. Louis suspirou.
- Kóra,eu.
- Aqui não. - Eu o interrompi. - Vamos. - Olhei para ele seria.
Louis se afastou e eu o segui.
Fomos para um lugar afastado da minha casa,eu não iria correr o risco de meu pai nos ver.
-  Eu sinto muito. - Louis disse com dificuldade. Parei no meio da rua que estava deserta.
Olhei para ele e tive uma certa dificuldade para entender se ele estava sendo sincero ou se nunca tinha se desculpado antes. Me apareceu ser a segunda oposição.
- Sente? - Perguntei. - Você não me pareceu muito convincente.
- Eu fui um idiota. - Ele disse. - Prometi que te protegeria,e eu não fiz isso. Prometi para seu pai que me manteria longe. - Ele se aproximou,me deixando sem fôlego no mesmo instante.  - Mas eu não posso. - Ele continuou.
- Você disse que não me queria,que seria como se você nunca tivesse existido.
- Eu menti,e fiquei surpreso por você ter acreditado. -
Olhei para ele completamente sem reação.
- Você mentiu?
- Kóra como pode acreditar no que eu disse?,até parece que não me conhece. - Ele riu.
Olhei para ele ainda completamente confusa. Ele tinha mentido,ele me queria,ele ainda me queria.
Minhas mãos foram para seu rosto automaticamente.
Louis olhou nos meus olhos.
Senti os cantos da minha boca subirem sem que eu permitisse.
- As vezes temos que quebrar algumas promessas. - Eu disse.  Louis encostou nossas testas.
- Eu queria que ficássemos juntos,mais seu pai nunca aceitaria. - Olhei para ele seria.
- Eu quero ficar com você,Louis.
- Seu pai. - Coloquei meu dedo indicador em seus lábios,obrigando-o a ficar quieto.
- Eu fujo com você Louis se for preciso,mais não quero mais ficar longe de você. - Ele me olhou espantado.
- Seu pai iria matar a gente se descobrisse.
- Pare de pensar no meu pai. - Eu disse irritada.
- Faria isso por mim? - Ele perguntou.
- Faria isso por nós. - Eu disse.
(...)
Mais tarde. Quando eu estava arrumando minhas coisas escondida do meu pai,foi quando eu me dei conta do que estava prestes a fazer.
Eu ia fugir com Louis. Aquilo me aterrorizou,mais eu ia fugir com Louis,eu amava ele,e ninguém ia me impedir de fazer isso.
- Kóra. - Olhei para porta do meu quarto. Jonathan estava bem ali.
Tive que me controlar para não abraçar-lo,eu não o via a uma semana.
- Jonathan. - Eu disse.
- Oi... - Ele passou pela porta devagar. - Podemos conversar?
- Ah,ta. - Me aproximei dele.
- Eu queria me desculpar pelo o que eu fiz,eu fui um idiota.
- Tudo bem. - Tentei sorrir. -  Jonathan eu. - Hesitei. - Sinto muito,sinto mesmo, não sou a garota pra você e eu realmente espero que você ache a garota certa,mas eu queria que voltássemos a ser amigos. - Jonathan sorriu forçado.
- Eu gostaria também,sinto sua falta Kóra. - Ele me olhou triste.
Fui até ele e o abracei. Jonathan era meu melhor amigo,ele me ajudou quando precisei,eu não podia ir sem me despedir dele.
Eu poderia contar tudo pra ele,mas eu sabia que se dissesse que iria fujir com Louis ele não pensaria duas vezes e contaria para meu pai.
Apertei ainda mais seu corpo contra o meu,Jonathan fez a mesma coisa,como se soubesse que aquela era a ultima vez que nos veríamos.
- Eu te amo. - Eu disse.
Ele se afastou e me olhou sorrindo.
- Sou uma cara de sorte então - Eu precisava ouvir isso antes de você ir. -  Ele me abraçou novamente. Me afastei dele,meus olhos se encontraram com os dele e ele riu. - Eu sei,Louis me disse.
- Você e Louis são amigos agora? - Perguntei.
- Não,mas quando se trata de fazer a felicidade de uma certa garota,a gente até que se da bem. - Ele sorriu de lado.
(...)
As horas passaram como décadas depois daquilo,o dia la fora ja avia escurecido e eu estava impaciente,andava de uma lado para o outro naquele quarto enorme.
Meu pai já deveria estar dormindo naquela altura,e a culpa estava me consumindo.
Aquilo era imprudente,mais por Louis eu faria qualquer coisa.
Fui até minha cama peguei minha mochila que eu havia colocado algumas peças de roupas e sai do quarto.
A casa esta silenciosa e escura. Meu coração batia fortemente enquanto eu ia ate a porta,
Avistei o carro de Louis se aproximar assim que sai para fora.
Soltei um longo suspiro de alivio.
Ele não tinha desistido,ele estava bem ali.
- Para onde vamos? - Perguntei a Louis enquanto entrava em seu carro.
- Surpresa. - Ele me lançou aquele sorriso travesso que eu tanto amava. - Tem certeza que quer mesmo isso? - Ele perguntou.  Olhei para minha casa agora todo escura e silenciosa.
- Tenho. - Eu disse firme.
Olhei novamente para ele,Louis abril um largo sorriso.
- Vamos nessa. - Ele disse.
(...)
Quando abri meus olhos novamente,senti o sol bater em meu rosto suavemente. Eu ainda estava no carro,não foi um sonho.
Louis me olhou e então sorriu. Meu coração acelerou no meu peito ao ver aquele sorriso,como eu tinha sentido falta daquilo.
- Bom dia. - Ele disse. Eu sorri.
- Bom dia. - Beijei seu rosto.
- Com fome? - Ele perguntou ainda sorrindo.
- Um pouco. - Respondi.
- Ótimo então vamos comer. - Louis parou o carro no meio da estrada. Olhei para ele confusa.
- Vamos fazer um pequinique. - Ele pegou uma cesta no banco de trás e abril a porta.
Sai do carro ainda meio confusa.
Olhei para Louis percebendo que estávamos quase na beira da praia.
- Vamos. - Ele estendeu sua mão para mim,segurei ela sem hesitar.
Nós nos sentamos um pouco perto do mar. Louis estendeu uma toalha no chão,tirou uma garrafa de vinho de dentro da cesta,sanduíches e frutas.
Ele se encaixou atras de mim envolvendo seus braços envolta do meu corpo.
O mar um pouco agitado,trazendo uma brisa refrescante e calma. O sol estava confortável e eu estava nos braços de Louis. Estava tudo perfeito.
Deveria ter sido assim desdo começo,e agora seria assim.
Eu estava apavorada,meu pai devera estar enlouquecendo aquela altura,mais depois eu resolveria isso. Eu estava feliz porque estava onde eu deveria estar,no braços de Louis.
- No que esta pensando? - Louis perguntou. Inclinei minha cabeça para cima,para poder olhar para ele.
- Nada. - Eu disse. - Só estava aqui pensando de como eu me orgulho de ter te escolhido. - Ele sorriu.
Seus dedos subiram pelo meu braço,até chegar em meu rosto.
Então ele me beijou,como eu tinha sentido falta daquele beijo.
Novamente me senti fora de foco,minha mão estavam suadas,minhas pernas moles como gelatinas,e tudo estava rodando.
"Um tipo bom de tontura,não o tipo de tontura que se sente quando se está passando mal.
Sei la acho que me esqueci de respirar" . Eu nunca me cansaria daquilo.
Fim.

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