Estas alegrias violentas têm fins violentos
Falecendo no triunfo, como fogo e pólvora
Que num beijo se consomem.
Romeu e Julieta, Ato II, Cena VI
Kóra On
Mas eu continuei a dirigir lentamente pela rua coberta de vegetação, virando entre as árvores que se contorciam por cima de mim como um túnel verde, vivo. Minhas mãos estavam tremendo, então eu apertei elas no volante.
Eu sabia que fazer isso era um pesadelo, agora que eu estava realmente acordada, o nada do sonho roia meus nervos, como um cão roendo um osso.
Havia uma coisa pra procurar. Inacessível e impossível, sem se importar e distraído... mas ele estava lá, em algum lugar. Eu tinha que acreditar nisso.
A outra parte era a estranha sensação de repetição que eu senti no meu dia na escola hoje, a coincidência da data. O sentimento de que eu estava recomeçando - talvez do jeito como o meu dia primeiro teria sido se eu realmente fosse a pessoa mais incomum na cafeteria naquela tarde.
Louis avia me deixado fazia umas 3 semanas,ele conseguiu sair da cadeia,mais me afastou dele tão rápido que não tive tempo pra pensar.
Ele não ia a escola fazia 2 semanas,e eu estava ficando com medo de nunca mais ver-lo.
As palavras corriam na minha cabeça, sem som, como se eu estivesse lendo elas ao invés de ouvi-las.
Será como se eu nunca tivesse existido. Me lembrei das palavras que ele disse assim que o vi na escola,eu tentei convencer-lo que ele não era uma má pessoa para mim,mais ele disse que iria embora,como se nunca tivesse existido.
Depois de duas 2 semanas aqui estou eu,dirigindo de madrugada pelas ruas,confusa e sem sono.
Eu estava esperando que déjà vu fosse a chave. Então eu estava indo para a casa dele, um lugar onde me recordava de coisas boas.
Assim que cheguei na casa vi as luzes acesas,parei em meio ao longo gramado que avia ali e observei a casa com atenção,eu podia ouvir risadas vindo de dentro delas. E então logo em seguida vi Louis sair da casa com uma expressão preocupada,era obvio que ele avia me visto de alguma janela dali.
- O que faz aqui?. - Ele perguntou se aproximando.
- Eu.... Louis temos que conversar.
- Não temos nada pra conversar.
- Louis,você ta certo,sobre tudo. - Eu disse com dificuldade,Louis franziu a testa e abaixou a cabeça,e voltou a me olhar.
- Do que esta falando?.
- Sobre a gente. - Eu disse fria,a expressão de Louis ficou pesada mais logo voltou ao normal.
- Fico feliz que finalmente compreendeu. - Enquanto ele dizia pude perceber a dor em suas palavras,então eu sabia que ele estava mentindo,e meu plano avia funcionado,só faltava o grande final.
- Então tudo acabou aqui.... acho melhor eu ir. -Seus olhos tentaram se acalmar enquanto eu me afastava,eu estava ansiosa para hora que ele vinhesse até mim e me beijasse.
Então andei mais cinco passos, quando o desespero me atingiu. Caramba ele não viria atrás de mim,ele era mais forte do que eu pensava.
Arisquei olhar-lo,quando finalmente entrei em meu carro,e então meu coração se quebrou quando não o vi mais ali.
...
- Acho que voce esta muito triste nessa cama,vamos sair um pouco?. - Jonathan disse enquanto entrava em meu quarto.
- Não quero sair Jonathan.
- Isso foi uma ordem. - Ele riu e andou até mim fazendo me cocegas.- Você é linda,seu sorriso é lindo,é horrível saber que um cara idiota o tirou de você. - Ele disse meigo e então eu sorri boba.
- Brigada Jhow você é incrível. - Sorri.
- O que quer fazer?. - Ele perguntou se sentando ao meu lado.
- Você poderia me ensinar a andar na sua moto não acha?. - Rimos.
- Tudo bem,desde que você fique feliz. - Ele sorriu.
(...)
— Ok, onde é a sua embreagem?
Eu apontei para a alavanca no lado esquerdo do guidão. Soltar o apoio foi um erro. A moto pesada cambaleou embaixo de mim, ameaçando me jogar de lado. Eu agarrei o guidão de novo, tentando segurar direito.
— Jonathan, eu não vou ficar de pé — Reclamei.
— Você vai quando estiver se movendo — Ele prometeu. — Agora, onde está seu freio?
— Atrás do meu pé direito.
— Errado.
Ele agarrou minha mão direita e curvou meus dedos na alavanca em cima do regulador.
— Mas você disse...
— Esse é o freio que você quer. Não use o freio de trás agora, isso é pra depois, quando você souber o que está fazendo.
— Isso não parece certo — Eu disse suspeitosamente. — Os dois freios não são importantes?
— Esqueça o freio de trás, tá legal? Aqui — Ele agarrou sua mão na minha e me fez puxar a alavanca pra baixo. — Esse é o seu freio. Não esqueça — Ele apertou minha mão mais uma vez.
— Tá bom — Eu concordei.
—Acelerador?
Eu virei o punho direito.
—Câmbio?
Eu bati com o meu calcanhar esquerdo.
— Muito bom. Eu acho que você aprendeu todas as partes. Agora você só tem que começar a se mover.
— Uh-huh — Brinquei .
Meu estômago estava se contorcendo de uma maneira estranha e eu achei que minha voz podia sair esganiçada. Eu estava morta de medo. Eu tentei pensar comigo mesma que o meu medo era sem motivos. Eu já havia sobrevivido á pior coisa possível. Em comparação com aquilo, porque alguma coisa devia me assustar agora? Eu devia ser capaz de olhar na cara da morte e sorrir. Okay eu exagerei um pouco.
Meu estômago não tava acreditando.
Eu olhei para a longa extensão da estrada de terra, incomodada pela grossa névoa verde que havia dos dois lados. A pista era arenosa e suja. Melhor que lama.
— Eu quero que você segure a embreagem — Jonathan instruiu.
Eu agarrei meus dedos na embreagem.
— Agora isso é crucial, Kóra — Jonathan se estressou. — Não solte isso, Ok? Eu quero que você finja que está segurando uma granada armada. O pino saiu e você está segurando o trinco.
Eu apertei com mais força.
— Bom. Você acha que consegue dar a partida?
— Se eu mover o meu pé, eu vou cair — Eu disse pra ele através de dentes trincados, meus dedos segurando a granada armada com força.
— Ok, eu faço isso. Não solte a embreagem.
Ele deu um passo pra trás, e de repente bateu seu pé no pedal. Houve um breve som de alguma coisa rasgando, e a força do seu empurrão fez a moto balançar. Eu comecei a cair de lado, mas Jonathan agarrou a moto antes que ela me derrubasse.
— Firme aí — Ele me encorajou. — Você ainda está segurando a embreagem?
— Sim — Eu disse sem fôlego.
— Segure seus pés
- Eu vou tentar de novo — Mas ele colocou a mão na parte de trás do banco também, só pra ter certeza.
Foram mais quatro tentativas até que a ignição se ligasse. Eu podia sentir o rancor embaixo de mim como um animal raivoso. Eu agarrei a embreagem até que meus dedos doeram.
— Tente a alavanca — Ele sugeriu. — Bem de leve. E não solte a embreagem.
Hesitantemente, eu girei a alavanca direita. Apesar de o movimento ter sido pequeno, a moto rosnou embaixo de mim. Ela parecia com raiva e faminta agora. Jonathan sorriu com profunda satisfação.
— Você lembra de como colocar na primeira marcha? — Ele perguntou.
— Sim.
— Bem, vá em frente e faça isso.
— Ok.
Ele esperou por alguns segundos.
— Pé esquerdo — Ele lembrou.
— Eu sei — Eu disse, respirando fundo.
— Você tem certeza de que quer fazer isso? — Jonathan perguntou. - Você parece assustada.
— Eu estou bem. — Eu disse brava. Eu chutei o trocador de marcha pra baixo.
— Muito bom. — Ele me parabenizou. — Agora, bem gentilmente, solte um pouco a embreagem.
Ele deu um passo pra trás se distanciando da moto.
— Você quer que eu solte a granada?. - Eu ri debochando da sua cara.
— É assim que você se move, Kóra. Só faça isso pouco a pouco.
Enquanto eu começava a soltar o meu aperto, eu fiquei chocada por ser interrompida por uma voz que não era a do garoto ao meu lado.
“Isso é descuidado e infantil e idiota, Kóra” a voz aveludada fumaçou.
— Oh! — Eu fiquei sem fôlego e minha mão soltou a embreagem.
A moto pulou embaixo de mim, me jogando pra frente e depois caindo no chão meio em cima de mim. O motor rosnou e depois parou de funcionar.
— Kóra? — Jonathan tirou a moto de cima de mim com facilidade. — Você está ferida?
“Eu te avisei”a voz perfeita murmurou, clara feito cristal.
— Kóra ? — Jonathan chacoalhou meu ombro.
— Eu estou bem — murmurei, confusa.
Jonathan estava me colocando de pé.
— Você bateu a cabeça? — Ele perguntou.
— Eu acho que não — eu a balancei pra frente e pra trás, checando.
— Eu não estraguei a moto, estraguei? — Isso me preocupou.
Eu estava ansiosa pra tentar de novo, imediatamente.
Ser descuidada estava funcionando melhor do que eu imaginava. Adrenalina era isso que eu queria,precisava me distrair,manter a cabeça longe.
Talvez eu tivesse encontrado uma forma de gerar as alucinações - e isso era muito mais importante.
— Não. Você só afogou o motor — Jonathan disse, interrompendo minhas rápidas especulações. — Você soltou a embreagem rápido demais.
Eu balancei a cabeça.
— Vamos tentar de novo.
— Você tem certeza? — Ele perguntou.
— Absoluta.
Dessa vez eu mesma tentei dar a partida. Foi complicado; eu tive que pular um pouco pra bater no pedal com força suficiente, e toda vez que eu fazia isso, a moto tentava me derrubar. As mãos de Jonathan ficaram no guidão, prontas pra me segurar se eu caísse.
Foram várias tentativas boas, e muitas ruins, antes que o motor roncasse vindo á vida embaixo de mim.
Me lembrando de segurar a granada, eu virei a alavanca, experimentando.
Ela roncou com o menor toque. O meu sorriso imitou o de Jonathan agora.
— Vá com calma na embreagem — ele me lembrou.
“Você quer se matar então? É disso que se trata?” A outra voz falou de novo, com um tom severo.
Soltei a embreagem de vagar e então a moto acelerou.
Eu estava voando.
Havia um vento que não estava lá antes, soprando a pele do meu crânio e fazendo o meu cabelo voar pra trás com força suficiente pra fazer parecer que alguém o estava puxando.
Eu deixei o meu estômago lá no lugar de onde eu havia saído; a adrenalina passou pelo meu corpo, fazendo cócegas nas minhas veias. E então eu me senti como daquela vez que eu e Louis fugimos dos guardas por estarmos pichando a parede.
Era isso que eu queria,era isso que eu precisava,já que eu não podia o ter e sentir essa sensação eu iria atrás dela sozinha. Então senti a moto chafalhar e eu perder o controle.
— Freios, freios — Eu murmurei pra mim mesma, e eu instintivamente bati o meu pé direito, como eu faria na minha caminhonete.
A moto ficou instável de repente embaixo de mim, tremendo primeiro pra um lado e depois pro outro. Eu estava sendo arrastada para a parede verde, e eu estava indo rápido demais. Eu tentei virar o guidão para a outra direção, e a mudança repentina de peso empurrou a moto pro chão, ainda virando na direção das árvores.
A moto caiu por cima de mim, roncando alto, me jogando no chão molhado até que eu bati em alguma coisa que me fez parar. Eu não conseguia enxergar. Meu rosto estava misturado com os musgos. Eu tentei levantar minha cabeça, mas havia algo me atrapalhando.
Eu estava ofuscada e confusa. Parecia que havia três coisas rosnando - a moto em cima de mim, a voz na minha cabeça, e alguma outra coisa...
— Kóra — Jonathan gritou, e eu ouvi o motor da outra moto ser desligado.
A moto já não estava mais me prendendo no chão, e eu me virei pra respirar. Todos os rosnados ficaram silenciosos.
— Uau — Eu disse animada. Eu estava vibrando de emoção. Tinha que ser isso, a receita para deixar Louis em paz,uma dose extra de adrenalina mais estupidez. Ou algo mais ou menos assim, de qualquer forma.
— Kóra — Jonathan estava se abaixando perto de mim ansiosamente. — Kóra, você está viva?
— Eu estou ótima! — Eu me entusiasmei. Eu flexionei meus braços e pernas. Tudo parecia estar funcionando corretamente. — Vamos fazer de novo. - Eu disse me levantando super animada.
- Não para. - Jonathan me puxou de volta. - Esta tentando se matar?. - Ele disse olhando para minha testa.
- Você está com um corte enorme na sua testa, e ele está sangrando — Ele me informou.
Eu coloquei minha mão na testa. Com certeza, ela estava molhada e grudenta. Eu não conseguia sentir o cheiro de nada além dos musgos molhados no meu rosto, e isso impediu a náusea.
— Oh, me desculpe, Jhow — Eu segurei com força no meu ferimento, como se eu pudesse empurrar o sangue de volta para a minha testa.
- Porque?. - Ele disse confuso.
- Meu pai vai te chamar de cretino tbm. - Rimos.
- Vamos fazer um curativo. - Ele disse enquanto colocava um braço pela minha cintura e me ajudava a ficar de pé.
Assim que chegamos na cozinha Jonathan me sentou em cima do balcão e pegou uma caixinha de curativos.
Ele começou a limpar o sangue se concentrando no que fazia. Eu o encava com a boca meio aberta,eu tenho que admitir Jonathan era lindo mesmo,a maneira como ele mordia os lábios enquanto se concentrava em algo importante,ou quando seu olhos brilhavam quando me viam.
Jonathan seria o cara certo pra eu me apaixonar,mais tinha que ser logo o Louis.
- O que foi?. - Ele perguntou assim que viu o jeito que eu o olhava.
- Nada. - Engoli em seco. - Só que você é bonito,e fofo,seria um ótimo namorado. - Rimos.
- Pena que a garota que eu gosto não viu ainda isso.
- Você gosta de alguém?. - Eu perguntei curiosa.
- é mais ela não sabe.
- Fala pra ela. - Eu disse rindo,Jonathan se manteve quieto,voltando sua atenção para meu ferimento.
- Podemos fazer algo amanha?. - Perguntei.
- Claro o que quer fazer?.
- Pensei em algo que envolva adrenalina. - Jonathan riu e me olhou confuso.
- Por que esta tão interessada em adrenalina agora?.
- Gostei da sensação. - Rimos.
...
3 semanas depois.
Toda vez que eu abria os olhos para a luz da manhã e me dava conta de que havia sobrevivido a outra noite eu me surpreendia. Depois que o efeito da surpresa passava, meu coração começava a correr e as minhas palmas ficavam suadas.
Eu desci para sala procurando Jonathan mais ele não estava em lugar algum.
Eu podia sentir a preocupação de meu pai no café da manha.
- Jonathan disse que não pode vir lhe buscar hoje,e que era pra você passar na casa dele. - Quando ele disse isso senti meus muculos relaxarem,eu gostava da sensação que Jonathan me trazia e eu não queria ficar sem ele nem por 3 minutos.
- Tudo bem. - Eu disse animada,vendo meu pai soltar a respiração aliviado.
Quando acabei de comer mais que depressa eu fui até a casa de Jonathan,hoje aviamos combinado que ele voltaria me ensinar a andar de moto.
Quando chegamos ao estacionamento vazio que aviamos ido a algumas semanas atras,foi que eu percebi que Jonathan estava estranho e quieto.
— Você realmente não enjoou de mim não é? — Eu perguntei com medo. Ele deve ter começado a se perguntar o quanto eu estava desesperada por companhia.
Jonathan permaneceu em silencio enquanto caminhávamos pelo estacionamento.
— Não. Ainda não.
— Por favor, me avise quando eu começar a enlouquecer os seus nervos. Eu não quero ser um incômodo.
— Ok — Ele sorriu, um som gutural. — Mas eu não seguraria o fôlego pra isso. - Seu sorriso desapareceu novamente fazendo aquele silencio tomar contada do ambiente de novo.
- Ei o que houve?. - Eu dei um soco de leve em seu abdomen o fazendo parar.
- Eu falei com Louis. - Ele disse frio,quando ele disse isso senti meu estomago embrulhar. - Eu achei que teria mais tempo,eu queria fazer isso com calma,mais... - Ele se interrompeu me deixando assustada.
- Kóra eu quero que você escolha a mim,e não a ele. - Ele disse de uma vez.
- Que?.
- Kóra eu sou melhor que ele,eu posso te fazer mais feliz. - Ele disse se aproximando de mim,enquanto segurava minha cintura,fazendo meu corpo colar no seu.
Senti minha respiração falhar e então seus lábios encostarem nos meus. Então eu o empurrei.
- Para. - Eu disse mais como um sussurro.
- Pensei que sentisse algo por mim.
- Eu sinto,Jonathan você é meu amigo.
- Não desse jeito,eu quero você de outro jeito.
- Jonathan você não entende que eu não sinto esse tipo de atração por você. - Jonathan parou por um momento e então jogou sua moto no chão furioso.
- Ta na cara que você sente algo só não quer admitir,Kóra presta a atenção. - Ele respirou fundo. - Ele vai vim atras de você,e você tem que saber a escolha certa a se fazer.
- Jonathan me desculpe mais eu amo ele. - Eu disse assustada,Jonathan assentiu e se virou saindo de lá.
...
Toda vez que eu abria os olhos para a luz da manhã e me dava conta de que havia sobrevivido a outra noite eu me surpreendia. Depois que o efeito da surpresa passava, meu coração começava a correr e as minhas palmas ficavam suadas; eu não conseguia realmente respirar até que me levantava e me certificava de que meu pai havia sobrevivido também.
Eu podia dizer que ele estava preocupado - me vendo pular com qualquer som mais alto, ou observando o meu rosto ficar branco por algum motivo que ele não podia ver. Pelas perguntas que ele fazia de vez em quando, ele parecia culpar a longa ausência de Jonathan pela minha mudança.
O terror que geralmente nublava os meus pensamentos geralmente me distraía do fato de que outra semana havia passado, e Jonathan ainda não havia me ligado e com razão ele deve estar arrasado.
E eu esperei Louis vir até mim como ele avia dito,mais eu acho que ele disse aquilo para que eu confessa-se o que eu sinto por ele.
Mas e agora?, como eu seria capaz de me concentrar na minha vida normal,minhas notas estavam baixas,Louis sumiu e meu melhor amigo me odiava agora.
Eu sentia falta dele horrivelmente.
Eu já estava mal o suficiente por estar sozinha antes de estar loucamente assustada.
Agora, mais do que nunca, eu sentia falta do seu sorriso livre e das suas risadas afetuosas.
Eu me sentei em meu enorme sofá na sala ao lado do meu pai,que assistia um jogo de futebol,eu estava prestes a gritar mais minha campainha interrompeu meu pensamento.
Me levantei do sofá sonolenta e abri a porta.
Senti meu coração falhar,pirar e se destruir quando vi Louis todo encharcado da chuva, parado em minha porta.
- Podemos conversar?. - Ele disse ofegante.
Continua..