
(Desculpem a demora pra postar o final. Eu estava com preguiça de escrever. Mas ta ai,espero que gostem)
Nós devíamos levar isso para minha casa
Foi o que ela me disse de uma vez
Porque eu te quero muito
Sim, eu te quero, baby
Eu estive pensando em você o dia todo
E eu espero que você se sinta assim também, baby (sim)
Porque eu te quero muito
Sim, eu te quero, baby - Slow Hands.
- Já chega Olivia. - Choraminguei,deixando que Olivia me puxasse para dentro de outra loja de vestidos. - Eu to cansada. - Cruzei os braços sobre o peito. - Eu já comprei meu vestido.
- Vamos renovar seu guarda roupa. - Ela sorriu animada.
- Você já comprou sete vestidos pra mim,é mais do que eu preciso. Agora vamos pra casa ou eu vou me atrasar. - Ela bufou.
- Ok. Mas no próximo sábado vamos renovar seu guarda roupa e você não vai fala nada.
- Tudo bem. - Suspirei. - Agora vamos,quero chegar cedo.
- Sei. - Ela riu. - Você quer é ver o Niall logo.
Revirei os olhos,apenas para suspirar logo em seguida. Eu sabia que ela estava certa.
(...)
Quando terminei de me arrumar caminhei até o enorme espelho que agora tinha no banheiro do meu novo quarto.
Pela a primeira vez na minha vida eu realmente me sentia uma Albuquerque.
Aquela garota no espelho não se parecia nada com a Teodora Collins,filha da empregada e do motorista da casa.
Suspirei pesadamente,olhando para aquela mulher no espelho.
Quase não me reconheci por baixo daquele vestido vermelho vinho,completamente grudado no meu corpo. Agora meus cabelos estavam soltos caídos nos meus ombros,formando algumas ondas no fim.
É o rosto. Os olhos bem marcados devido aquela sombra marrom que Olivia insistira em passaram em minhas pálpebras. O rosto com um formato perfeito e os lábios vermelhos,deixando-os ainda mais carnudos.
É por fim o salto preto agulha que eu tinha certeza que iria acabar caindo com aquilo em algum momento,com certeza com a minha sorte seria exatamente quando eu estivesse subindo ao palco para pegar meu tão esperado diploma.
Me mexi desconfortável naquele vestido colado,me perguntando se aquilo não estaria muito exagerado. Mas eu sabia que não,mesmo sempre sendo a empregada o senhor Albuquerque pagou umas das melhores faculdade de letra pra mim.
Eu já era olhada pelo canto do olho por outros alunos quando chegava na faculdade com minha calça jeans clara surrada,minhas blusas com estampas de florzinhas e meus adoráveis all stares vermelhos.
Eu já era olhada pelo canto do olho por outros alunos quando chegava na faculdade com minha calça jeans clara surrada,minhas blusas com estampas de florzinhas e meus adoráveis all stares vermelhos.
E depois da formatura ainda teria o jantar com o concelho da faculdade. Eu tinha que estar apresentável.
- Teodora? - Ouvi a voz da minha madrinha vindo do meu quarto.
- Sim? - Encontrei ela na entrada da porta.
- Teodora. - Ela levou as mãos até a boca. Os olhos brilhando. - Minha filha. - Ela secou as lágrimas que comerá a se formar nos seus olhos.
Eu sorri tímida.
- Madrinha. - Balancei a cabeça envergonhada.
- Você está tão linda. - Ela se aproximou. - Sua mãe estaria tão orgulhosa de você minha filha. - Sorri.
- Obrigada.
- Não a de que. - Ela riu. - Oh,todos já estão te esperando.
- Você vai estar lá não vai?
- Claro,só estou esperando o Jorge se aprontar. - Assenti.
Jorge era o mordomo dos Albuquerque e marido da minha madrinha. Ele trabalha nessa casa
desde quando eu ainda era um bebê.
- Agora vá. - Ela beijou minha testa. - Você não pode se atrasar.
- Eu te vejo logo. - Me afastei dela indo até a porta.
Desci as escadas daquela enorme casa encontrando todos me esperando sentados no sofá.
- Até quem fim! - A senhora Moura se levantou ajeitando seu vestido. - Vamos?
- Vamos.
- Você está incrível. - Olivia me olhou com aquele seu sorriso orgulhoso de sempre.
- Você está adorável. - O senhor Albuquerque sorriu.
- Obrigada.
- Agora vamos. - Ele nos conduziu para fora da casa.
(...)
A formatura não foi nada do que eu esperava. Tudo passou rápido demais.
Quando chegamos eu falei com meus amigos e com alguns professores. Logo em seguida eu estava na fila esperando meu nome ser chamado,e para minha alegria eu não cai quando subi ao palco.
Niall não apareceu e eu tentei mostrar para todos que estava feliz mesmo assim. Logo depois veio o jantar com o concelho da escola. Muito entediante,mais mesmo assim passou depressa.
- Você deviam ir se divertir. - Senhor Albuquerque sugeriu quando estávamos indo embora.
- Os alunos não iam fazer uma festa de comemoração?
- Sim. - Eu disse. - Mais estou um pouco desanimada.
- De jeito nenhum. - Olivia me olhou irritada. - Vamos a festa. Todos já estão lá.
- Vá se divertir Teodora. - O senhor Albuquerque insistiu. - E eu tenho certeza que você não pode negar. - Olhamos para Olivia. - Ela não vai te deixar em paz.
- Tem razão. - Eu disse por fim.
Olivia abril um enorme sorriso.
- Vem,o Alex vai dar carona pra gente. - Deixei que ela me puxasse até o carro de Alex que era um dos meus colegas da escola.
(...)
- Você não veio pra ficar emburrada né? - Olivia se sentou do meu lado no bar.
- Só quero ficar de boa bebendo.
- Esquece o Niall tá. - Ela as jogou os cabelos para trás irritada. - Ele é um babaca que não cumpri com seus compromissos. É sua formatura e você não vai ficar aqui sofrendo. - Ela pegou meu braço e me puxou para pista de dança.
Quando fiquei em pé senti finalmente o efeito da bebida. Meu corpo pesou como chumbo no mesmo instante,então me vi caindo pra frente.
- Opa. - Senti braços fortes me envolvendo me impedindo de cair,e para minha tristeza não era Niall,mais sim Alex.
- Desculpe. - Sorri. - Eu não tô muito bem. - Olhei em volta procurando por Olivia mais ela tinha sumido.
- Acho melhor você tomar um pouco de ar. - Ele sugeriu.
Percebi um tom estranho na sua voz. Mas infelizmente eu estava muito bebida pra ter certeza de alguma coisa.
Percebi um tom estranho na sua voz. Mas infelizmente eu estava muito bebida pra ter certeza de alguma coisa.
Quando chegamos do lado de fora,senti a brisa bater no meu rosto me deixando melhor no mesmo instante.
- Obrigada. - Sussurrei.
- De nada. - Ele sorriu.
Percebi que seus braços ainda estavam em volta da minha cintura,mais nem me importei.
- Olivia me largou.
- Na verdade ela não largou você,eu pedi pra ela te chamar porque não sabia como chegar em você. - Franzi o cenho e olhei para ele,me afastando um pouco dessa vez.
- Chegar em mim?
- É...já faz um tempo que eu reparei em você e eu queria te conhece melhor.
- Ah. - Engoli em seco. - Eu...
- Acho que agora é uma boa hora. - Ele sorriu maliciosamente,mais seus olhos eram tão doces.
Alex era realmente bonito. Aquela pele bronzeada,os cabelos pretos e os olhos verdes deveriam enlouquecer qualquer mulher,mais eu não conseguia ver ele mais nada além de um bom amigo.
- Alex eu...- Me interrompi quando vi seus lábios vindo em direção aos meus.
Minha testa se franziu ainda mais e eu fiquei sem reação.
O efeito da bebida me impedia de ser rápida como eu desejava ser naquele momento,mais eu me esforcei mais ainda,até que consegui colocar meus braços em seu peito e empurrar-lo.
Mas devido ao meu estado não funcionou,ele continuava vindo em minha direção.
Minha segunda opção foi virar o rosto,mais suas mãos seguraram meu queixo com força forçando-me olhar-lo novamente.
- Não. - Minha voz saiu rouca.
- Ei,solta ela. - Alguém disse.
Vi Alex cair no chão meio segundo depois.
Olhei para ele que estava tão assustado quanto eu. Sua boca sangrava.
Olhei para ele que estava tão assustado quanto eu. Sua boca sangrava.
Olhei para o lado,encontrado dois pares de olhos azuis me olhando emburrado.
- Niall? - Olhei para ele confusa.
- Você tá bem?- Assenti. - Ótimo. Podemos conversar?
- Sim. - Ele suspirou aliviado. Tentei me concentrar em alguma coisa,mais não consegui me prender em nenhum pensamento corrente.
- Me desculpe. - Ele olhou para Alex que havia conseguido se levantar. - Foi exagero socar você,mais quando uma garota não quer te beijar não é bom força-la entendeu? - Alex assentiu.
- Teodora? - Niall seguros meu braço, fazendo meus olhos encontrarem novamente os seus. - Tudo bem?
- Tudo só estou um pouco bêbada. - Suspirei.
- Tudo bem. - Ele me puxou para si.
Acompanhei com alguma dificuldade seus passos. Mas quando me sentei no banco de passageiro no seu carro me senti bem melhor.
- Onde estamos indo?
- Pra um lugar mais calmo. - Ele colocou a chave na ingnissão e disparou com o carro pela rua.
- Me desculpe. - Niall disse depois de um tempo em silêncio. - Eu tive um imprevisto.
- Um imprevisto? - Eu ri tentando controlar a raiva. - Um imprevisto de quatro horas?
- Eu vou te contar tudo. - Ele parou o carro no meio da estrada e então saiu do carro.
Eu o segui ainda confusa.
Olhei para todos os lados. A estrada estava totalmente deserta.
- O que estamos fazendo aqui? - Me aproximei dele que estava encostado na porta do motorista.
- Conversa. - Ele segurou minha mão,me puxando para mais perto.
Olhei para seu rosto,que agora tinha uma expressão preocupada.
Eu nunca tinha visto aquele expressão no seu rosto antes.
Eu nunca tinha visto aquele expressão no seu rosto antes.
- O que houve? - Perguntei.
Ele olhou em meu rosto e deu um meio sorriso.
Senti sua mão tocar meu rosto e me puxar para frente. - O que você quer Niall? - Sussurrei.
Ele continuou me encarando. Entao vi seu olhar focar nos meus lábios por um tempo. - Pra eu saber o que quer tem que me falar. - Ele se aproximou ainda mais.
Ele me olhou por um longo tempo,até que finalmente disse:
Ele me olhou por um longo tempo,até que finalmente disse:
- Eu quero você. - Sua voz saiu tão baixa que quase não pude compreender o que ele disse.
Por um breve instante senti um calafrio percorrer minha espinha,e então meu estômago se agitou me deixando tonta.
Ele estava ali dizendo que ME queria e eu estava parada como uma idiota.
- Niall - Seu nome soou tão estranho pra mim naquele momento.
Ele me puxou para mais perto me beijando.
Há e como eu senti falta daquilo...
Há e como eu senti falta daquilo...
(...)
- Estamos aqui a duas horas,Olivia deve estar igual uma doida atrás de mim. - Eu disse.
- Só mais alguns minutos por favor. - Niall me puxou para si. Suas mãos acariciaram minhas costas nuas me causando calafrios.
- Só mais alguns minutos então. - Sorri,me deitando em seu peito nu. - Não vai me contar por que não foi na minha formatura?
Ele suspirou.
- O Luke teve alguns problemas com o irmão dele. - Ele ficou sério novamente.
- Que tipo de problema?
- O irmão dele tem problema com jogo e os pais do Luke não sabem. O Luke sempre tira o irmão das roubadas onde ele se mete,tivemos que ir ajudar ele hoje. Ele perdeu um jogo e não tinha como pagar,não acabou muito bem,mais já resolvemos.
- Então é por isso que vocês as vezes saiem correndo pra resolver um compromisso?
- É. - Ele suspirou novamente.
- Você é um ótimo amigo. - Me sentei no banco do carro para poder olhar-lo melhor.
Ele sorriu e me beijou.
- Vamos voltar pra casa.
- Tudo bem.
(...)
- Amanhã vai ter um jantar aqui em casa,você quer vir?- Perguntei a Niall quando estávamos na frente da minha casa.
- Tudo bem. - Ele sorriu. - Te vejo amanhã. - Ele me beijou e se afastou.
Quando entrei em casa encontrei Olivia sentada no sofá inquieta.
- Graças a Deus. - Ela se levantou. - Onde você estava? Você sumiu,eu fiquei preocupada.
- Eu sai com o Niall. - Ela paralisou.
- Mentira. Me conta tudo!!!! - Ela pulou no sofá toda animada.
- Eu não sou mais virgem. - Segurei o riso,quando vi sua cara de espanto.
- Ah meu deus. - Ela gritou.
- Ei quer acordar todo mundo.
- Me conta como foi?
- Ah. - Suspirei maravilhada. - Foi incrível,foi dentro do carro.
- Ah. - Ela fez uma careta. - Pensei que ele fosse mais romântico.
- E foi. Pelo menos pra mim. - Ela riu.
- Você esta apaixonada. - Olhei para ela ainda sem acreditar.
- É acho que sim. - Sorri.
- Ei quer acordar todo mundo.
- Me conta como foi?
- Ah. - Suspirei maravilhada. - Foi incrível,foi dentro do carro.
- Ah. - Ela fez uma careta. - Pensei que ele fosse mais romântico.
- E foi. Pelo menos pra mim. - Ela riu.
- Você esta apaixonada. - Olhei para ela ainda sem acreditar.
- É acho que sim. - Sorri.
(...)
Teodora !!! - Meu nome ecoou pela casa inteira.
- Teodora! - Aquela voz familiar e assustadora me chamou novamente.
Me levantei da cama em um pulo. Fui até minha penteadeira e prendi meu cabelo.
Coloquei minha jaqueta e corri para a sala de jantar de onde vinham os gritos.
- Sim senhora? - Parei ao lado da mesa.
- Teodora! - Aquela voz familiar e assustadora me chamou novamente.
Me levantei da cama em um pulo. Fui até minha penteadeira e prendi meu cabelo.
Coloquei minha jaqueta e corri para a sala de jantar de onde vinham os gritos.
- Sim senhora? - Parei ao lado da mesa.
Vi a senhora Maura me olhar de cima a baixo e bufar,como ela fazia todos os dias.
- Sente-se. - Ela apontou para a cadeira.
Meio hesitante eu me sentei e olhei para ela confusa.
- Só queria me garantir de que tudo já está pronto para o jantar hoje.
- Está,eu confirmei tudo ontem de noite.
- Ótimo. - Ela sorriu satisfeita. - Vários jornalistas vão estar aqui e se alguma coisa der errado o nome Albuquerque vai parar na lata de lixo e você não quer isso quer?
- Não. - Engoli em seco.
- Se alguma coisa der errado Teodora.
- Não vai dar,eu juro.
- Assim espero. - Ela se levantou. - Agora eu vou ao salão,receba tudo e cuide pra quando eu chegar tudo esteja impecável.
- Ok. - Me levantei também,acompanhando-a até a porta.
- Aí meu Deus o buffe está atrasado. - Choraminguei,tentando andar e colocar meu salto ao mesmo tempo. - A Senhora Maura vai me matar madrinha.
- Fique calma.- Minha madrinha segurou meu braço. - Eles acabaram de chegar.
Suspirei.
- Graças a Deus.
- Teodora!!!! - Ouvi a voz esterica da senhora Maura invadir meu quarto.
- O que houve ? - Perguntei aflita.
- Está quase na hora e o Buffe ainda não chegou.
- Ela já chegaram Senhora. - Minha madrinha se antecipou.
- Ah menos mal. - Ela abril um sorriso de alívio. - Vamos descer Teodora está na hora.
- Tudo bem. - Eu a segui para fora do quarto.
A sala já estava com alguns convidados e jornalistas. Garçons circulavam pela sala oferecendo aperitivo para as pessoas.
Olhei em volta a procura de Niall mais ele não estava em lugar algum.
- Senhoras e Senhores. - O senhor Albuquerque tomou a atenção da sala toda. - Eu gostaria de apresentar formalmente minha família. - Ele sorriu. - Minha esposa Maura e minhas filhas Olivia e Teodora. - Ele segurou meu braço.
Logo em seguida eu fiquei quase cega por causa dos flashes das câmeras.
- Como você não fica cega? - Perguntei a Olivia.
- Eu já me acostumei. - Ela revirou os olhos. - E olha quem acabou de chegar. - Ela fixou o olhar no fundo da sala onde Niall estava parado,olhando diretamente para mim.
No mesmo instante que nosso olhos se encontraram senti meus meus pés começarem a se movimentar.
Eu não hesitei nem um passo se quer. Só parei quando já estava envolvida naqueles braços firmes. E como sempre acontecia quando eu estava perto de Niall eu me perguntei onde eu estava aquele tempo todo que não havia encontrado aquele sorriso,aqueles olhos. Onde eu estava o tempo todo que não havia encontrado Niall antes.
Eu não hesitei nem um passo se quer. Só parei quando já estava envolvida naqueles braços firmes. E como sempre acontecia quando eu estava perto de Niall eu me perguntei onde eu estava aquele tempo todo que não havia encontrado aquele sorriso,aqueles olhos. Onde eu estava o tempo todo que não havia encontrado Niall antes.
- Quer sair daqui? - Me vi perguntando.
- Mas eu acabei de chegar. - Ele riu. - Se eu desaparecer assim sua mãe vai pensar que sou mau educado.
- Que se dane. - Eu disse com um pouco de dificuldade,percebendo que estava ofegante.
Aproximei meus rosto do de Niall grudando nossos lábios.
Ah,como eu havia sentido falta daquilo.
Niall nós afastou por um i stante e suspirou.
- Tem razão. - Ele me segurou com mais força. - Que se dane.
E me puxou para fora da festa.
- Não podemos demorar muito. - Niall disse pela quinta vez.
E para fazer-lo calar a boca novamente voltei a beijar seu pescoço e os protestos acabaram de imediato.
- Senhorita Teodora? - Uma voz fez Niall ficar rígido novamente e me afastar.
Olhei para trás encontrando o porteiro da casa me olhando sem graça.
- Nicolas? - Engoli em seco.
- Me desculpe por interromper é que a Senhora Maura está muito irritada e está te preocurando.
- Ah. - Senti meu coração disparar. - Já estou indo. - Ele assentiu e se afastou. - Me dê um minuto? - Olhei para Niall,logo em seguida já estava correndo em direção a casa.
- Madrinha - Me aproximei dela que estava parada no canto da escada. - Onde está a Senhora Maura?
- A ela está muito irritada,você sumiu e não disse onde ia.
- Teodora - Ouvi aquela voz que me dava calafrios desde quando eu era pequena. E naquele momento eu me senti como uma garota de oito anos de novo.
Me virei rapidamente sentindo meu corpo trombar contra alguém. E então tudo aconteceu tão rápido.
O garçom que eu tinha trombado estava segurando uma bandeja cheia de taças de champanhe. Ele deixou tudo cair em cima do vestido caro é perfeito da senhora Maura.
A festa toda parou o que pareceu por longos segundos.
A Senhora Moura me olhou furiosa,seu rosto completamente vermelho e segundos depois eu estava sendo puxada para o jardim da casa.
- Olha não foi por querer,eu juro. Posso comprar um novo.
- Sabe quanto custou esse vestido? É muito mais que o seu salário medíocre de empregada. - Engoli em seco. - Eu sabia que alguma coisa ruim ia acontecer,e não me admira nada saber que você é a responsável. Era só o que me faltava,minha empregada some e então meu vestido lindo acaba arruinado.
- Eu não fiz por querer.
- Sim claro,como daquela vez em que você derramou toda minha louça francesa no chão no dia em que o prefeito veio jantar aqui,ou quando você derrubou comida em cima da mãe do seu namorado. VOCÊ NÃO ENTENDE NÃO É TEODORA,AQUI NÃO É SEU LUGAR. - Ela se endireitou e passou as mãos pelo tecido do seu vestido.
Tentei segurar as lagrimas e ignorar o que ela havia me dito,mais eu sabia que ela estava certa.
- Ha pare com isso. - Ela bufou. - Só estou dizendo a verdade,acho que você deveria parar com essa farsa e aceitar quem você realmente é. - Ela se afastou. - Não quero te ver mais hoje ouviu? - Assenti.
Quando ela já estava longo o suficiente,permiti que as lagrimas escorressem por completo.
O que eu estava pensando? Ela tinha razão,aquele não era meu lugar.
Suspirei pesadamente preparada para entrar pelos fundos,quando me deparei com Niall parado atrás de mim.
Sua expressão era seria,havia mágoa nos seus olhos e ali eu soube que ele ouvirá tudo.
- Niall. - Minha voz saiu fraca.
- Você é a empregada da casa? - Ele franziu a testa. - Por que não me falou?
- Eu ia contar,então tudo saiu do meu controle,eu era sempre interrompida quando...
- Você mentiu pra mim,por quê?
- Por que eu fiquei com medo de você não me aceitar. Olhe pra mim e olhe para a Olivia,você namora garotas como ela,eu queria ser como ela.
- O que você pensa que eu sou? Um garoto esnobe que só liga pra condição social? Eu disse pra você que não me importava com isso é mesmo assim você mentiu. - Ele estava irritado e eu nunca tinha o visto daquele jeito.
- Niall. - Me aproximei dele.
- Não. - Ele se afastou.
Fiquei olhando-o se afastar até que fosse embora.
Eu poderia ir muito bem atrás dele,mais só consegui chegar até o portão,logo depois fui dominada pelas lágrimas.
(...)
- Querida você não está sendo meio precipitada? - Minha madrinha perguntou enquanto eu colocava minhas roupas na mala.
- Não madrinha. - Eu disse. - E combinamos de que quando eu acabasse a faculdade eu iria morar com você. Eu vou conseguir um emprego e vou ajudar você,eu juro.
- Esse não é o problema agora.
- Não é. - Concordei. - Mas eu preciso sair daqui. Você deveria ter ouvido tudo que ela falou pra mim,ela nunca gostou de mim,só me aturou porque o Senhor Albuquerque pediu para que ela me deixasse ficar. - Peguei minhas malas e sai do quarto com minha madrinha vindo atrás de mim.
- Teodora. - Olivia estava na sala. - Pensa direito. - Ela se colocou na minha frente.
- Já pensei Olivia.
- Mamãe estava zangada.
- Sua mãe. - Eu disse fria. - Ela nunca foi minha mãe.
- É assim que você me agradece por cuidar de você e te dar do que comer por 18 anos? - Maura apareceu na entrada da sala. - Eu fiz tudo por você e você me agradece assim?
- Eu sempre fui uma pedra no seu sapato e não negue isso. - Olhei para ela friamente. - O senhor Albuquerque que me ajudou,se dependesse de você eu estaria em um orfanato. - Ela me fuzilou e se aproximou até ficar bem na minha frente. - Não tenha dúvidas quanto a isso. Mas você até que foi de bom uso,limpou muito bem meus sapatos.
- Fico feliz que finalmente tenhamos dito a verdade uma pra outra.
- Eu ainda não disse tudo. -Ela sorriu friamente.
- Mãe - Olivia disse irritada.
- Vai embora Teodora. Eu cansei de ter que ver essa sua cara de idiota. Espero que você tenha aprendido. Garotos como o Niall se divertem com garotas como você,mais se casam com garotas como a Olivia.
Quando ouvi aquilo senti uma raiva encontrável tomar meu corpo. Trinquei os dentes e suspirei.
Senti a palma da minha mão arder,e quando percebi a Maura já estava com a mão no rosto,me olhando furiosa.
Na lateral do seu rosto tinha o formato perfeito da minha mão.
- Sai da minha casa. - Ela disse entre dentes.
Abri meu melhor sorriso vitorioso e sai de cabeça erguida pela porta.
2 meses depois...
- Teodora você pode vir aqui na sala. - Minha madrinha pediu.
- Só um minuto. - Peguei minha bolsa.
- Estou atrasada. A Olivia já deve estar me esperando. - Eu disse procurando meu celular dentro da bolsa.
- Na vou tomar muito seu tempo. - Uma voz familiar disse. Olhei para frente encontrando o senhor Albuquerque parado na minha frente.
Eu não vi os Albuquerque (exceto Olivia) já fazia dois meses. Nenhum deles se importou quando resolvi sair daquela casa.
- O que você quer? - Cruzei os braços sobre o peito.
- Conversar com você
- Sobre?
- Sobre seus pais. - Ele me olhou sério.
Senti meu corpo paralisar no mesmo instante.
- O que tem eles?
Ele suspirou.
- Teodora a dezoito anos atras,quando eu vi sua mãe pela primeira vez lá em casa eu me apaixonei por ela. - Ele me olhou. Ele apontou para o sofá. Fui até o mesmo e me sentei,logo em seguida ele fez o mesmo.
Senti minha testa se franzir. Ele esperou,mais percebeu que eu não ia conseguir dizer nada.
- Eu só ficava a observando de longe porque eu sabia que nunca há teria. Eu e a Maura estávamos brigados, então um dia eu bebi e...- Ele se interrompeu. Meu coração disparou ainda mais.
- Você abusou da minha mãe? - Minha voz saiu fraca.
- Ela já era casada com seu pai na época,e logo depois ela ficou grávida. Ela não sabia quem era o pai,e o seu pai te registrou como filha dele e eu deixei pra lá. Então ele morreu e depois sua mãe quando,e só você tinha sobrevivido. Eu achei que era o melhor jeito de concertar o que eu tinha feito,e eu ainda amava sua mãe,ela tinha me deixado alguma coisa pra me lembrar dela é essa coisa era você. Eu não sei se sou seu pai,mais se eu ser eu quero concertar isso. - Eu ri nervosa.
- Por quê acha que quero ser sua filha? Você abusou da minha mãe,deixou eu crescer limpando seu banheiro e ainda por cima deixou sua mulher me tratar como um lixo.
- Eu estou arrependido,eu juro,quero concertar isso.
- E o que ela acha de tudo isso? Quer dizer se você contou a ela.
- Contei. - Ele bufou. - Ela não reagiu nada bem e me colocou pra fora de casa.
- É realmente uma pena. - Mordi o lábio. - Mas eu não quero nada seu e se é um exame de DNA que você quer vamos fazer. Mas eu realmente estou torcendo para não ser sua filha. Agora por favor,sai da minha casa. - Andei até a porta e abril a mesma.
Ele me olhou por alguns segundos e então saiu.
Bati a porta com força entrando em estado de choque.
Bati a porta com força entrando em estado de choque.
Eu não conseguia chorar,não conseguia fala,não conseguia fazer nada.
(...)
- Lamento que tenha ficado sabendo assim tão de repente. - Olivia disse enquanto caminhavamos pela rua.
- Eu sei que você me considera como uma irmã mais...
- Você não quer ser uma de nós - Ela deu um meio sorriso. - Depois de ver quem minha mãe realmente é nem eu quero ser uma Albuquerque. - Ela suspirou. - Mais mesmo se não formos irmãs. - Ela pegou minha mão. - Você sempre será minha irmã. - Sorri,envolvendo meus braços em volta dela.
- Agora vamos olhar nosso novo apartamento. - Ela me puxou pelo braço toda animada.
A duas semanas eu e Olivia estávamos planejamento morar em Los Angeles onde eu finalmente públicaria meu livro.
A história não foi muito difícil de escrever. Era a história da minha vida.
Depois de muito ler e reler todas aquelas linhas percebi que a história lembrava bastante a da Cinderela,mais a única diferença era que ela teve um final feliz e eu não.
Eu era do mundo real e ela do conto de fadas.
Eu era do mundo real e ela do conto de fadas.
Depois da festa Niall se mudou e foi morar em outro lugar. Ele não atendia meu telefona,até que uma dia eu resolvi para de tentar.
Resolvi me dedicar ao meu livro que se chamava " O novo conto"
Eu havia passado os últimos dois meses trabalhando nele e fiquei feliz quando finalmente consegui uma editora que se interessou por ele e essa editora era nada mais é nada menos que a editora mais famosa de Los Angeles.
- Eu já escolhi todos os móveis e... - Olivia voltou a tagarela,me tirando dos meus devaneios. Esperei que ela continuasse mais ela se manteve calada, fazendo-me perceber que estávamos paradas.
Olhei pra ela que olhava para frente como se tinha visto um fantasma.
Logo em seguida fiz o mesmo,e me arrependi amargamente por ter feito isso.
Niall estava bem na nossa frente,e eu furo que ele teria nos visto se não tivesse muito ocupado beijando aquele loira bunduda.
- Teodora.- Olivia segurou meu braço. Eu sabia o que ela queria. Mas eu não podia sair dali,parecia que todo meu corpo tinha perdido todo o movimento. - Vem. - Ela me puxou,até que estivéssemos longe o suficiente e eu pudesse pensar direito. - Olha não fica assim.
- Não estou triste. - Eu disse seria.
- Eu sei que você está, eu te conheço.
- Vamos pra casa. - Eu disse exausta. - Hoje foi um longo dia.
Niall
3 meses depois...
- Não acredito que você vai se mudar pra Los Angeles cara. - Luke abalançou a cabeça,soltando um longo suspiro.
- Você pode ir me visitar. - Eu disse.
- Um dia eu apareço. - Ele disse me ajudando a colocar as malas no carro. - Tem certeza que é a escolha certa a se fazer? Pensei que ia ficar e tentar falar com sua adorada Teodora.
- A Teodora é passado. - Eu disse,mais eu sabia muito bem que era mentira.
Milhares de vezes naqueles três meses eu parava meu carro na frente da casa dela,até que um dia tomei coragem e entrei. Mas para minha infelicidade ela tinha se mudado para casa da madrinha dela e eu não sabia onde era.
- Se você está dizendo. - Luke me lançou um meio sorriso. - A Nádia disse pra você passar na livraria e se despedir dela. - Eu ri.
- Pensei que ela estava com raiva depois que demos um tempo.
- Você são amigos a anos,ela não ia ficar brava com você por causa disso.
- Tudo bem. - Dei duas palmadas nas suas costas. - Até mais.
- Se cuida. - Ele sorriu.
Soltei uma grande bufada de ar e entrei no carro.
(...)
- Niall. - Nádia correu para me abraçar assim que entrei pela porta.
- Oi. - Envolvi meus braços em volta dela em um abraço apertado.
- Não acredito que você está indo embora. - Ela Choramingou.
- Eu já disse que você pode me visitar quando quiser.
- Eu sei. - Ela disse.
- Nadia,onde eu coloco isso? - Um garoto moreno,magrelo que usava óculos olhou para Nádia meio confuso. Ele ajeitou a caixa de papelão nos braços e sorriu desajeitado.
- Ali Diego. - Ela apontou para a pratilheiras vazia na vitrine da livraria.
Diego assentiu e andou apressado até a pratilheiras. - Ah. - Nádia me olhou. - Isso aqui tá uma loucura,tive vários pedidos desse livro,ele acabou em uma semana.
- Novo escritor? - Perguntei,me aproximando da caixa cheia de livros
- Escritora. - Ela disse.
Peguei um dos livros dentro lá caixa analisando-o. A capa do livro era de um tom pink bem chamativo. Na capa havia uma menina e um menino. O menino estava curvado na frente da menina lhe calçando um salto alto.
Em cima da imagem tinha o nome " O Novo Conto" e o nome da escritora me chamou muito a atenção.
- Teodora Collins. - Minha voz saiu mais alta do que eu esperava. Virei o livro abrindo-o na última página,e lá estava a foto dela. Os cabelos lhe caindo sobre os ombros como sempre. O rosto fino e delicado,os lábios rosados e aqueles grandes olhos verdes que sempre faziam meu coração perder o compasso.
- Conhece ela? - Nádia perguntou.
- Conheço. - Suspirei. - Quanto custa?
- Por conta da casa. - Nádia sorriu.
- Eu preciso ir. - Eu disse já disparando para fora da livraria.
Dirigi com uma certa presa até a casa dos Albuquerque. Assim que o porteiro me viu me deu permissão para entrar.
- Niall?. - Vi a expressão confusa do Senhor Albuquerque quando entrei na sua sala como um louco.
- Eu preciso falar com a Teodora. Eu sei que ela não mora mais aqui.
- Calma. - Ele se levantou do sofa. - Eu vou te dizer onde ela está.
Teodora
2 meses atrás.
- Então. - Suspirei pesadamente.
Olhei para todos naquela sala e tentei engoli o nó que se formara na minha garganta quando meus olhos se cruzaram com as da Maura.
Ela me fuzilou e e ergueu o queixo.
Ela me fuzilou e e ergueu o queixo.
Brinquei com o envelope na minha mão e então tomei coragem para abri-lo.
Meu coração se acelerou ainda mais enquanto eu corria os olhos por aquelas letras minúsculas.
- Eu. - Me interrompi. Meu coração parou e então voltou a bater alegramente.
Olhei para o Senhor Albuquerque que me olhava preocupado. - Eu não sou sua filha. - Eu disse aliviada. Ele se levantou da cadeira e pegou o papel,lendo-o rapidamente. - Que bom que tudo se esclareceu. - Suspirei.
Olhei para o Senhor Albuquerque que me olhava preocupado. - Eu não sou sua filha. - Eu disse aliviada. Ele se levantou da cadeira e pegou o papel,lendo-o rapidamente. - Que bom que tudo se esclareceu. - Suspirei.
- Eu não lamento. - Maura se levantou.
- Nos sabemos. - Olivia disse friamente.
- Eu queria que você fosse minha filha. - O Senhor Albuquerque me olhou. - Você é uma ótima menina e fique sabendo que mesmo que eu não seja seu pai você pode contar comigo pra tudo.
- Obrigada. - Tentei sorri - Obrigada por cuidarem de mim. - Olhei para a Maura. - Do jeito de vocês. Agora tá na hora de viver minha vida.
Niall
- Niall? - Olivia franziu o cenho quando me viu parado em frente a porta. - O que você tá fazendo aqui?
- Preciso falar com a Teodora. - Passei pela porta sem me importar se estava sendo mau educado sim ou não.
- Ela não está. - Ela me seguiu. - O que quer com ela?
- Preciso falar com ela . - Olhei em volta da casa vazia.
- Como soube que estávamos em Los Angeles? - Ela cruzou os braços sobre o peito.
- Seu pai me disse. Olivia. - Me aproximei dela. - Por favor me ajuda,eu preciso da Teodora. Eu amo ela,então me diga onde ela está.
- Seu pai me disse. Olivia. - Me aproximei dela. - Por favor me ajuda,eu preciso da Teodora. Eu amo ela,então me diga onde ela está.
- Niall. - Ela mordeu o lábio. - Ta. - Ela suspirou.- Ela ta jantando com o editores do livro dela.
Franziu o cenho.
- Sabe onde é?
(...)
- Deseja uma mesa senhor. - Uma mulher alta morena com os cabelos cacheados perguntou quando passei pela porta.
- Eu to procurando uma garota. Ela é branca,cabelos escuros longos. Olhos verdes.
- Esta falando da Senhora Collins.
- Sim.
- Me siga por favor. - Ela se virou se afastando. Acompanhei seus passos meio impaciente,até que por fim ela paro em frente a uma cortina vermelha.
Entrei na sala tropeçando nos próprios pés.
Bufei irritado,resmungando alguns palavrões.
- Hã. - Uma voz grossa tomou minha atenção. Olhei para cima. Encontrando dois homens crisalhos sentados na mesa e Tedora me olhando com a testa franzida.
- O que faz aqui? - Ela se levantou lentamente.
- Eu. - Me interrompi,segurando mais forte o livro que eu havia esquecido que estava segurando. - Esse livro. - Estiquei o livro para ela. Ela me analisou,logo se levantou e caminhou em minha direção e pegou o livro.
- O que que tem? - Ela perguntou. - Eu já tinha uma história,o que realmente me desafiou foi escrever um ótimo final sabendo que não tinha acabado assim. - Ela me olhou. - Você leu?
- O que que tem? - Ela perguntou. - Eu já tinha uma história,o que realmente me desafiou foi escrever um ótimo final sabendo que não tinha acabado assim. - Ela me olhou. - Você leu?
- Li enquanto estava no avião. - Eu disse.
- O que achou? - Ela perguntou.
- Perfeito. - Sorri. - Menos o final,não tem nada ver. - Ela me olhou confusa.
- Como você teria escrito então? -
- Como eu teria escrito? Hm. - Vi um sorriso irônico tomar conta dos seus lábios. - Eu teria escrito que o garoto teria passado os últimos seis meses longe dela é teria sofrido cada segundo. Teria escrito que ele estava prestes a ir embora quando percebeu que a amava e então entrou em um avião,foi atras dela,invadiu um restaurante e disse o quanto a amava e o quanto estava arrependido e que queria passar o resto da sua vida com ela. Que não importa a classe social dela ou qualquer coisa. Ele sempre iria amar ela. - Ela sorriu de lado.
- O que achou? - Ela perguntou.
- Perfeito. - Sorri. - Menos o final,não tem nada ver. - Ela me olhou confusa.
- Como você teria escrito então? -
- Como eu teria escrito? Hm. - Vi um sorriso irônico tomar conta dos seus lábios. - Eu teria escrito que o garoto teria passado os últimos seis meses longe dela é teria sofrido cada segundo. Teria escrito que ele estava prestes a ir embora quando percebeu que a amava e então entrou em um avião,foi atras dela,invadiu um restaurante e disse o quanto a amava e o quanto estava arrependido e que queria passar o resto da sua vida com ela. Que não importa a classe social dela ou qualquer coisa. Ele sempre iria amar ela. - Ela sorriu de lado.
- Seria um ótimo final mesmo. - Ela riu.
- Teodora. - Me aproximei dela. - Eu não me importo se você é rica ou pobre. Só o que eu sei é que eu te amo. Posso ser seu príncipe encantado? - Ela me encarou seria.
- Bom. - Ela suspirou. Olhei para os dois homens sentados na mesa que assistiam tudo com atenção. - Acho que pode. - Ela sorriu. Senti meu coração disparar no mesmo instante.
E sem que eu percebesse eu já estava aproximando meus lábios dos seus e a beijando.
Fim.
Fim.